Neste congresso foram debatidos diversos temas em diversas áreas da EM: desde os esquemas de indução para controlo da doença, ao escalonamento das terapêuticas, passando pelos biomarcadores para a seleção dos doentes para os diferentes esquemas terapêuticos, "de facto, as novidades são muitas", admite a médica.
Entre os temas mais relevantes, destacou os diagnósticos diferenciais, sobretudo das doenças do espetro da neuromielite ótica, "porque têm terapêuticas específicas completamente diferentes da terapêutica da esclerose múltipla".
O seu serviço trouxe ao congresso o póster que dá seguimento a um trabalho que já tinha sido apresentado num congresso nacional há alguns anos sobre a importância das bandas oligoclonais no líquido cefalorraquidiano (LCR) no diagnóstico diferencial de doentes com síndrome clínico isolado e EM, agora atualizado na sequência da última revisão dos critérios de McDonald.

































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