A vice-presidente da SPEM considera que a abertura da vertente mais científica do congresso às associações de doentes com esclerose múltipla (EM) é extremamente relevante na medida em que estas associações desempenham "um papel importante de literacia e de informação ao doente".
Perante o vasto programa científico, só lamenta: "Somos poucos para o número de eventos e de informações que aqui vão sendo comunicadas". Mas sem dúvida que, para si, o ECTRIMS representa uma oportunidade única de tomar contacto com a vanguarda da investigação sobre a EM e de partilhar experiências com as congéneres internacionais, mas que possibilita também encontro com os muitos médicos com quem a SPEM trabalha diariamente, aqui reunidos no mesmo espaço, o que nem sempre fácil de conseguir em Portugal.



































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