Encontrar um espaço onde a esclerose múltipla (EM) é o tema central e que reúne intervenções dedicadas a aspetos mais científicos da doença e sessões mais práticas sobre "questões que afetam a qualidade de vida dos doentes, como por exemplo o emprego" é uma boa surpresa para Alexandre Guedes da Silva. Sobretudo porque encontrou neste evento uma "discussão séria" centrada numa abordagem mais holística da doença e das necessidades do doente, que contrasta com a relativa "compartimentação" existente em Portugal.
Esta visão integrada entre os vários prestadores que o representante da SPEM pensa que "tem de passar a existir" no nosso país. É nesse sentido que a SPEM e o Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM) estão a trabalhar na construção de um registo nacional de esclerose múltipla em Portugal, que se espera pôr os vários intervenientes "a falar a mesma linguagem".



































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